TRATAMENTOS

Desenvolvemos programas de tratamento totalmente personalizados e que envolvem as mais diversas técnicas e/ou recursos terapêuticos, todos com evidência científica comprovada.

Nossos programas alcançam altos índices de resolutividade em diversas afecções da coluna como:

• Hérnias de disco (95% de eficácia)
• Protusões discais;
• Estenoses;
• Dores ciáticas;
• Dores torácicas (dorsalgias);
• Espondilólise e espondilolistese;
• Osteopenia e Osteoporose;
• Artroses e degeneração discal (discopatias);
• Cefaléias (tensional, cervicogênica,..)
• Enxaquecas;
• Disfunções da ATM e Dor Orofacial;
• Fibromialgia;
• Instabilidade Vertebral;
• Alterações Vestibulares (labirintopatias);
• Alterações posturais (escolioses, hiperlordoses, hipercifoses)
• Cervicalgia e cervicobraquialgias;
• Dor ciática (ciatalgias), lombalgias e lombociatalgias;
• entre outros...

Obtenha mais informações sobre algumas das principais afecções da Coluna e nossos tratamentos clicando no menu a baixo.

A palavra ‘hérnia’ significa deslocamento de algo para fora de seu lugar habitual. Na hérnia de disco, o que ocorre é um deslocamento do núcleo, a parte interna do disco intervertebral, através de uma ruptura do anel fibroso, a parte externa do disco. Isso pode ser comparado ao que acontece quando a capa de uma almofada se rasga e parte da espuma do recheio sai. Geralmente o fragmento de núcleo que escapa de dentro do disco comprime uma das raízes do nervo ciático, provocando dor forte em uma das pernas, o sintoma conhecido como dor ciática. Segundo a literatura mundial, apenas 5 a 10% das hérnias de disco são cirúrgicas! Na maioria dos casos a hérnia de disco pode ser tratada com medicações para reduzir a dor e a inflamação do nervo, repouso relativo e fisioterapia.

O CTCVertebral desenvolveu um programa de tratamento revolucionário (cerca de 90% de eficácia) para estes casos, baseado em ajustes quiropráxicos, fisioterapia manipulativa, técnica de flexão-distração (descompressão com equipamento exclusivo), treinamento e fortalecimento da musculatura estabilizadora. A cirurgia apenas deve ser indicada nos casos em que não há melhora com o tratamento conservador, ou quando o sofrimento da raiz nervosa é muito intenso.

Como na hérnia de disco lombar, na hérnia de disco cervical também ocorre um deslocamento do núcleo, a parte interna do disco intervertebral, através de uma ruptura do anel fibroso, a parte externa do disco. Na região cervical, o fragmento de núcleo que escapa de dentro do disco pode comprimir uma das raízes nervosas cervicais, ou mesmo a medula espinhal. Quando há compressão da raiz, o sintoma é uma dor forte em um dos braços, conhecida como cérvico-braquialgia. Quando há compressão da medula, pode se desenvolver um quadro mais sério, comprometendo a motricidade do corpo, chamado de mielopatia. Na maioria dos casos a hérnia de disco pode ser tratada com medicações para reduzir a dor e a inflamação do nervo, repouso relativo e fisioterapia.

O CTCVertebral desenvolveu um programa de tratamento revolucionário para estes casos, baseado em ajustes quiropráxicos, fisioterapia manipulativa, treinamento e fortalecimento da musculatura estabilizadora cervical. A cirurgia apenas deve ser indicada nos casos em que não há melhora com o tratamento conservador, ou quando o sofrimento da raiz nervosa é muito intenso. A cirurgia só está indicada nos casos de compressão da medula com mielopatia, nos casos em que sofrimento da raiz nervosa é muito intenso, e quando não há melhora com o tratamento clínico.

Degeneração da coluna (artrose)

A degeneração da coluna não é uma doença, mas sim um acontecimento normal, que faz parte do processo de envelhecimento. Todas as pessoas de 50 anos ou mais, mesmo as que nunca tiveram nenhum problema espinhal, apresentam sinais de degeneração. De fato, as alterações degenerativas começam a aparecer bem mais cedo, praticamente no início da idade adulta.

A degeneração é, na verdade, o nome dado ao processo de desgaste das estruturas, principalmente das juntas da coluna, que são o disco intervertebral e as articulações facetárias. O grau de desgaste varia muito, podendo ser desde alterações iniciais, leves, como uma perda de hidratação do disco, até grandes alterações, como uma artrose pronunciada das articulações facetárias.

A maioria das pessoas sente alguma dor ou desconforto relacionado a este desgaste, mas estes sintomas costumam ser pouco importantes e não causar maiores problemas. Porém, alguns indivíduos apresentam quadros degenerativos mais graves, marcados por dores significativas, incapacidade para realizar as atividades do dia a dia, ou mesmo aparecimento de deformidades da coluna. Nestes casos, existe o que é chamado de degeneração sintomática, que pode necessitar algum tipo de tratamento específico. Alguns quadros relacionados à degeneração sintomática da coluna são listados abaixo:

- Discopatia degenerativa dolorosa
- Artrose facetária
- Síndrome do canal estreito
- Espondilolistese degenerativa
- Escoliose degenerativa

O CTCVertebral, através das terapias manuais (Quiropraxia e Fisioterapia manipulativa), consegue restaurar as propriedades biomecânicas da coluna por meio ajuste bastante específicos, permitindo que o sistema nervoso volte a funcionar adequadamente. Assim, conseguimos uma melhora significativa não só nos sintomas associados (dor muúsculo esquelética, perda de força, queimação e formigamento em braços e/ou pernas, entre outros) mas também na realização atividades de vida diária (AVD's), mesmo nos casos mais avançados de degeneração articular. Vale a pena conferir! marque sua consulta em uma de nossas unidades.

Cifose é um aumento na curvatura da coluna torácica, fazendo com que o tronco fique curvado para frente e que apareça uma corcunda nas costas do paciente. A cifose pode ser devida a problemas de postura, mas também pode ser uma deformidade primária da coluna. A causa mais comum da cifose grave é a Doença de Scheuermann, uma enfermidade onde os discos e as vértebras perdem altura. Geralmente estas deformidades manifestam-se ainda na puberdade.

O tratamento depende de cada caso: quando a curvatura é pequena e não progressiva costuma-se indicar exercícios posturais, nos graus maiores pode ser necessário o uso de coletes, ou mesmo cirurgia corretiva. Os exercícios visam o controle da dor e a manutenção do quadro nos casos em que a deformidade é pequena ou moderada. O CTCVertebral desenvolveu um programa de tratamento exclusivo que visa a reeducação da postura por meio da manipulação articulares e viscerais, exercícios específicos de alongamento e fortalecimento musculares, liberação miofascial, técnica de flexão distração e orientações gerais.

Embora seja a mais conhecida, a hérnia não é a única patologia do disco intervertebral. Devido a sua função amortecedora, o disco é uma estrutura naturalmente sujeita a desgaste, chamado de degeneração discal. A degeneração do disco não é necessariamente uma doença, de fato, é um acontecimento normal, que faz parte do processo de envelhecimento. Todas as pessoas de 50 anos ou mais, mesmo as que nunca tiveram nenhum problema nas costas, apresentam sinais de degeneração discal. Porém, em um número grande de casos ocorre uma degeneração sintomática, ou seja, a degeneração discal provoca dor e outros sintomas.

Diferente da hérnia, na discopatia dolorosa não precisa haver ruptura do disco, sendo mais comum a perda da capacidade de amortecimento pela redução na altura e pelo endurecimento das estruturas discais. Por isso, o sintoma mais comum é a dor na região lombar, de caráter incomodativo, mas que pode evoluir com crises de dor bastante intensa e, geralmente, durando bastante tempo.

O diagnóstico e tratamento das discopatias dolorosas é motivo de controvérsia, mas, atualmente, já existem evidências indicando o tratamento cirúrgico nos casos em que as medicações e fisioterapia não têm bom resultado.

O CTCVertebral, através técnica de descompressão (flexão-distração com equipamento exclusivo) e das terapias manuais (Quiropraxia e Fisioterapia manipulativa) consegue restaurar as propriedades biomecânicas da coluna, diminuindo a compressão discal, aumentando o espaço articular e permitindo que o sistema nervoso volte a funcionar adequadamente. Vale a pena conferir! marque sua consulta em uma de nossas unidades.

A coluna é uma estrutura móvel, bastante sujeita a traumatismos e a degeneração, que é o processo de desgaste gradual que acompanha o envelhecimento, mas pode ser acelerado em alguns indivíduos. As estruturas da coluna mais vulneráveis à degeneração são os discos e as articulações facetárias.

Mesmo no processo de envelhecimento normal, os discos tendem a reduzir-se até o colapso, as articulações ficam aumentadas pelo processo de artrose e os ligamentos engrossam, perdendo sua elasticidade e seu poder de estabilizar a coluna. Passa a existir uma hipertrofia (aumento) das estruturas articulares e, ocasionalmente, algum desalinhamento entre as vértebras (espondilolistese degenerativa). Todas essas alterações levam a uma redução gradual do espaço disponível para os elementos nervosos, o que se chama estenose espinhal.

Embora seja parte do processo de envelhecimento normal, muitas vezes essa estenose provoca sintomas de compressão dos nervos, como dores nas pernas, diminuição da sensibilidade e dificuldade para caminhar.

O CTCVertebral, através técnica de descompressão (flexão-distração com equipamento exclusivo) e das terapias manuais (Quiropraxia e Fisioterapia manipulativa) consegue restaurar as propriedades biomecânicas da coluna, diminuindo a compressão discal, aumentando o espaço articular e permitindo que o sistema nervoso volte a funcionar adequadamente. A maioria dos casos podem ser tratados desta forma (clinicamente), mas algumas vezes pode ser necessário um bloqueio epidural, ou mesmo uma cirurgia de descompressão ou artrodese da coluna.

Espondilolistese degenerativa: É uma deformidade em que uma vértebra desliza sobre outra, provocando um desalinhamento da coluna. Isso ocorre devido a um desgaste das articulações responsáveis pela sustentação. Este deslizamento ocorre de forma muito lenta, e muitas vezes está estacionado, não é progressivo.

É muito raro que as espondilolisteses degenerativas cheguem a se manifestar por deformidades físicas visíveis, pois o deslizamento das vértebras costuma ser pequeno. Os sintomas mais comuns são a lombalgia crônica e a dor ciática.

O tratamento inicial visa o controle da dor, consistindo de medicação, exercícios e fisioterapia. O CTCVertebral desenvolveu um programa exclusivo para estes casos, emvolvendoas algumas técnicas de terapia manual, descomoressão vertebral (maca de flexão dstração-exclusividade) e exercícios de estabilização segmentar vertebral. Os bloqueios e/ou cirurgia se reservam apenas para os casos mais graves e para aqueles em que os outros tratamentos não funcionaram.

Espondilolistese ístmica

É uma deformidade em que uma vértebra desliza sobre outra, provocando um desalinhamento da coluna. Isso ocorre devido a alguns tipos de defeitos na parte posterior da vértebra, sendo o mais comum a espondilólise, uma fissura nas juntas que sustentam o alinhamento espinhal. Este deslizamento ocorre de forma muito lenta, e muitas vezes está estacionado, não é progressivo. Diferente da espondilolistese degenerativa, esta patologia pode ocorrer em jovens e crianças, devendo sempre ser pesquisada em crianças que se queixam de dores nas costas.

As deformidades físicas visíveis podem acontecer, mas apenas nos casos mais graves, em que o deslizamento é muito grande. Os sintomas mais comuns costumam ser lombalgia crônica e dor ciática.

Como na espondilolistese degenerativa, O CTCVertebral desenvolveu um programa exclusivo, envolvendo algumas técnicas de terapia manual, descompressão vertebral (maca de flexão dstração-exclusividade) e exercícios de estabilização segmentar vertebral. Os bloqueios e/ou cirurgia apenas se reservam apenas para os casos mais graves e para aqueles em que os outros tratamentos não funcionaram.

Nas espondilolisteses muito graves (chamadas listeses de alto grau), onde o deslizamento da vértebra é muito grande, o tratamento cirúrgico precoce, na infância ou adolescência, costuma ser o mais adequado, para impedir a piora do quadro com o envelhecimento.

A osteoporose é um transtorno metabólico caracterizado pela diminuição da densidade óssea, o que aumenta a fragilidade do osso, deixando-o incapaz de resistir aos impactos que sofre no dia a dia. Isso pode fazer com que ocorram fraturas aos mínimos traumas, com conseqüências como as lesões de nervos, deformidades e dor acentuada.

Com o aumento na expectativa de vida, a osteoporose vem sendo cada vez mais comum, pois é uma patologia da terceira idade, especialmente das mulheres após a menopausa.

As fraturas de coluna estão entre as lesões mais comuns provocadas pela osteoporose. Geralmente estas fraturas podem ser tratadas com remédios para a dor, imobilização, fisioterapia e uso de coletes. A necessidade de tratamento cirúrgico está restrita às situações muito graves, em que há lesão neurológica ou dor intratável pelos meios comuns, o que acontece em apenas 0,2% dos casos. Nos últimos anos tem sido utilizada a vertebroplastia percutânea, técnica que recompõe rapidamente a estabilidade mecânica da coluna vertebral e alivia rapidamente a dor, evitando a imobilização prolongada, ou cifoplastia, que tem os benefícios adicionais de maior segurança de ser ainda mais segura que a vertebroplastia e permitir certo grau de correção da fratura.

Sabemos que o melhor tratamento para estes caso é a PREVENÇÃO!

Dicas do CTCVertebral:

A falta de exercício piora a osteoporose. As caminhadas, exercícios como musculação terapêutica, plataforma vibratória ou pilates devem fazer parte do tratamento! A Plataforma vibratória ven se tornando um recurso bastante importante na prevenção e tratamento da osteoporose e osteopenia.

Não basta tomar cálcio. Para que o cálcio fique no osso são necessárias outras substâncias, como hormônios e a vitamina D.

A exposição ao sol é muito importante, pois aumenta os níveis de vitamina D.

Cálcio em excesso pode trazer problemas - fale com seu médico antes de tomar!

O exame para detectar osteoporose é a densitometria - fale com seu médico!

A escoliose é um desvio tridimensional (nas três dimensões) da coluna, o que significa que a coluna para além de desviar para um dos lados também faz rotação e inclinação. A escoliose pode ter várias causas, mas o mais comum são as escolioses ditas 'idiopáticas', sem causa definida, que se manifestam ainda na puberdade e adolescência. Alguns fatores contribuem para o desenvolvimento da escoliose:

- Má postura fetal
- Parto difícil ou traumatizante
- Problemas emocionais dos pais aquando da gestação ou do crescimento do bebé, criança ou adolescente.
- Perna curta
- Bacia desnivelada
- Problemas viscerais
- Quistos energéticos
- Desequilíbrios ou problemas musculares
- Somatizações de problemas afectivos ou emocionais.
- Más posturas.
- Peso excessivo das mochilas.

Outras causas que dependem da capacidade e experiência do profissional (que está a tratar a pessoa, criança ou bebé) em as detectar e corrigir.

O tratamento pode variar desde exercícios posturais (alongamento e fortalecimento muscular), e reposicionamento articular, até o uso de coletes e/ou cirurgia, estes nos casos mas graves ou que não tenham obtido resposta ao tratamento fisioterapêutico.

O CTCVertebral desenvolveu um programa de tratamento exclusivo que visa a reeducação da postura por meio da manipulação articulares e viscerais, exercícios específicos, liberação miofascial e a técnica de flexão distração (flexionamento da escoliose, indicada principalmente para adultos) e orientações gerais.

Vale a pena conferir!